quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Mas o que é isto???

Se já não achava o Ventura nada de jeito (um GR banal para uma posição onde temos excelentes jogadores para o presente e excelentes promessas para o futuro), vem agora este tripeiro com uma conversa que não deveria ser admitida no nosso clube.

«Vai ser uma deslocação muito difícil e de certeza que só um Sporting ao mais alto nível vai conseguir conquistar os três pontos»

Mas o que é isto pá??? Só um Sporting ao mais alto nível ganha a um mija nas escadas como o Rio Ave?? Por amor de Deus!!!
Um Sporting ao mais alto nível tem de espetar 7 ou 8 no Rio Ave. Um Sporting ao mais alto nível deve ir à Luz dar um banho de bola e sair de lá com um 0-3 limpinho. Um Sporting ao mais alto nível discute o jogo com qualquer equipa da Europa!!!

É esta mentalidade de clube pequeno, trazida por estes gajos banais e sem futuro, que me parte o coração...

Oh Ventura, tá calado pá!


SL


EDIT (22h55): Ao que parece, a hipótese que ainda se chegou a falar por cerca de uma hora não se concretizou: um possível empréstimo do Kléber ao SCP. E ainda bem, diga-se de passagem. Um tosco de primeira apanha.
Outra notícia (esta má) também ventilada na CS: o Niculae ao que parece já não vem. A confirmar-se é a prova estampada do total desnorte desta direcção.
Por fim, após de assistir à sessão de esclarecimento promovida pela Mesa da Assembleia do clube acerca da AGextraordinária, e aos lamentáveis acontecimentos que lá ocorreram, fica cada vez mais a certeza de que esta AE já vem tarde e terá forçosamente de se realizar. Isto assim não pode continuar!!!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

De volta a casa!

Que saudades deste jogador... Vamos lá ver se as pernas ainda trabalham...


"MARIUS NICULAE, ohohohohoh, MARIUS NICULAE, ohohohohohoh!!!"

É UMA REALIDADE!! (espero)

Está uma conferência de imprensa da Mesa da Assembleia para amanhã, quinta feira, no entanto parece ser oficial: ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA dia 9 de Fevereiro!!


Ao que parece, realizar-se-á na bancada poente do Estádio Alvalade XXI.
A melhor notícia esta época!!

Outro ponto digno de destaque é a quase certa contratação de Marius Niculae!
Não sei qual a sua condição física neste momento, mas é um jogador de quem sempre gostei, alguém que conhece o Sporting, sente o Sporting. Ponto negativo: penso que é demasiado parecido com Wolfs, ou seja, serão alternativa um ao outro, e por isso não jogarão juntos. E eu sinceramente penso que necessitamos de um ataque com 2 avançados.


terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Novo reforço do Sporting já escolheu número de camisola no FC Porto


Novo reforço do Sporting já escolheu número de camisola no FC Porto

Por Mário Botequilha

Os jornais desportivos garantem que o Sporting está prestes a contratar o avançado brasileiro Paulo Henrique aos turcos do Trabzonspor.
O ponta-de-lança é aguardado em Lisboa, para os habituais exames médicos e assinatura do contrato. A seguir vai ao Porto para repetir os mesmos procedimentos e escolher o número de camisola. Os dragões consideram que Paulo Henrique já preencheu o único requisito necessário para jogar nos dragões, que é ter pertencido aos quadros do Sporting. MB 



segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

A minha relação difícil com certas personagens


Este post é um “mea culpa”.
O problema é que não consigo manter com certos artistas uma relação estável, frutífera, isenta de dúvidas e oscilações tipo “amor / ódio”.
O loirito Van Volkswagen é um caso exemplar. Toda a gente lhe reconhece qualidade técnica, capacidade de luta e uma fibra que não o faz esmorecer (quando as coisas lhe correm mal 20 vezes ele tenta a 21ª e assim sucessivamente).
Mas o verdadeiro problema é este mesmo. São as 20 vezes que falha.
Que raio de jogador marca um golo de sonho em toque de calcanhar, como o de ontem, e falha 2 bolas de cabeça que o meu sobrinho Duarte marcava facilmente?
A primeira foi na 1ª parte e passou talvez despercebida. Mas a segunda foi mesmo quase no final do jogo, num cruzamento perfeito, e ele cabeceia para fora como se fosse um defesa adversário.
É o tipo de jogador que faz com que se grite “FANTÁSTICO – AQUI ESTÁ O NOVO VAN BASTEN!” e logo 5 minutos depois “MANDEM EMBORA ESTE TOSCO”.
Está aqui um drama que não sei resolver… 


Drama que não se coloca no caso de Xandão ou de Jeffren, por exemplo, com estes não me sobram muitas dúvidas, infelizmente.
Provavelmente a magnífica gestão desportiva do Engº Godinho Lopes vai resolver-me o problema e vender o rapaz em saldo já a seguir.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Aula de História

Ainda que algumas pessoas não sejam fãs, o texto pertence ao blog "O Cacifo do Paulinho" e para além de muito bem escrito é uma autêntica lição de história sportinguista. Ora aqui vai.


Eu conheci o Sporting através da rádio. E dos jornais, que me ajudavam a aprender a ler. Tinha cinco anos e, nessa altura, falava-se muito do amor à camisola, a mesma que eu pedi como prenda, dois anos depois. Falava-se de craques e de ídolos. Dizia-se que o Manuel Fernandes era a alma do Leão, que o António Oliveira era um dos melhores jogadores da nossa história, que o Jordão era elegante, que o Carlos Xavier e o Mário Jorge eram diamantes a lapidar e que o Meszaros tinha um talento para defender bem maior do que o bigode com que jogava.
Depois apareceram Venâncio e Morato que, segundo os mais velhos, eram Leões de verdade. Eu nunca gostei muito deles como jogadores, mas defendia-os como se fossem os melhores do mundo. Também apareceu um gajo com nome de escritor, um tal de Rodger Wylde, e outro com nome giro para ser boneco do Match Day, o Boskovic, que, mal sabia eu, haviam de ser uma espécie de pré-aviso para a carrada de estrangeiros sem qualidade que, desde essa altura, foram tendo a honra de vestir a mais bela camisola do mundo. E, qual cometa, apareceu um puto (bem, o puto era eu, diga-se em abono da verdade) cheio de estilo, chamado Futre. Eu só ouvia falar do Futre. O mesmo que me confundiu, ao aparecer a celebrar golos com a camisola de um clube de que ninguém gostava. Felizmente havia o Manel, sempre lá, como referência de bem jogar e de amor à camisola.
O amor foi reforçado quando apareceu Damas. E o que eu chorei quando, no México 86, disseram que ele tinha tido culpa de perdermos contra Marrocos. Damas, Damas, Damas, até hoje Damas, símbolo desse tal amor, referência, craque, relegando para o banco o enorme e ilusório Katzirz, que animava o velhinho Alvalade tocando com o pé na barra durante o aquecimento. Havia, também, Litos, capítulo primeiro de toda uma história de eternas promessas que nunca chegam ao patamar vaticinado, e dois gajos com nome que ficava no ouvido; Saucedo e Eldon. Seguiu-se Raph Mead, ídolo de muito boa gente, e Duílio, ensaiando o samba no centro da linha mais defensiva. E o Manel, sempre lá. Mais o Jordão. E o Damas, claro.
Bem no coração do jogo, ia-se impondo uma espécie de arrastão, chamado Oceano. Tosco, como um artesão sem jeito, impressionava pelo que corria, pelo que destruía, pela força, pela dedicação. A camisola ficava-lhe bem. Mais à frente, um mexicano chamado Negrete, inspirava-me a tentar pontapés acrobáticos sem ter noção de que alcatrão não é relva. Marlon Brandão veio rotulado de craque, mas transformou-se num claro exemplo de que é bem mais fácil sê-lo com camisolas que pesam menos do que a verde e branca. E os dois estarolas, Houtman e McDonald, quais gigantes de torres plantados na área, incapazes de, juntos, valerem meio Manuel Fernandes (que por lá continuava, imagine-se. Com o Damas, claro).
Mas o Manel estava cansado, e deixou o balneário entregue a Damas e Venâncio, com Oceano, Morato e Xavier como guarda de honra. E tentou-se suprimir o vazio deixado na frente com o goleador Paulinho Cascavel, com o buliçoso Tony Sealy (podia ser irmão do Tom Jones) e com um puto chamado Cadete que, depois de crescer, tratou de manchar as memórias de uma noite mágica à chuva, frente ao Celtic, festejando estupidamente, naquela que foi a sua casa, um golo com a camisola dos principais rivais.
Estávamos no final da década de 80 e, num ano em que chegava um ex-lampião bom de bola, Carlos Manuel, um avançado sueco, Eskilsson, irmão gémeo do vocalista dos Europe, e despontava um jovem chamado Paulo Torres, a minha galeria de notáveis ganhava três nomes: Ricardo Rocha, patrão da defesa; Silas, craque, craque, craque; e Douglas, provavelmente o meu jogador preferido da minha história verde e branca, que se juntou a Oceano para tomar conta do meio-campo. Para todos os efeitos, eu passei a ser o Douglas em todas as peladas. E a querer jogar de meias em baixo e sem caneleiras, nos meus primeiros passos como jogador federado (sim, também usei cabelo à Douglas).
Fiquei com Douglas, mas perdi Damas. Felizmente, a memória tornou-se menos dolorosa por, para o seu lugar, ter chegado um gajo com pinta de maluco, Ivkovic (iv-iv-ivkovic! iv-iv-ivkovic!), o tal que, em pleno San Paolo, defendeu um penalti do Maradona e que viria a repetir a gracinha ao serviço de uma das selecções de que mais gostei até hoje, a Jugoslávia. Na frente, um tripas que resolveu vir terminar a carreira com estilo, Fernando Gomes, ao centro um gajo sem jeito nenhum para a bola mas com um pontapé inacreditável, Valtinho, e os primeiros passos do primeiro dos dois melhores do mundo por nós formados, Luís Figo.
Veio Luisinho, tão craque que, hoje, há quem tente ter nome igual e só consegue fazer merda. E veio um treinador porreiraço, Marinho Peres, a quem ainda marquei um golo de bicicleta, numa jogatana nas areias da Caparica. Havia um Careca, tão irritante, e a oportunidade de ver chegar duas referências polvilhadas com mais amor do que canela sobre pastéis de belém: Balakov, jogador de nível mundial, e Iordanov, o eterno mochilas (“primér gol párá Sporting, estar muito féliz”, dizia ele).  Idolatrei Bobby Robson, treinador tão fixe como um jogador, odiando Sousa Cintra por tê-lo despedido. Fiquei com o nem sempre compreendido Juskowiak, com um dos melhores do mundo que nunca chegou a sê-lo, Cherbakov (e o que eu chorei, incapaz de estudar para o teste de alemão dessa tarde, depois de saber que um gajo pouco mais velho que eu, comungando a mesma paixão, ia ficar preso a uma cadeira de rodas) e guardei mais um nome dos meus jogadores preferidos, Valckx. Paulo Sousa chegou com requintes de malvadez quase tão grandes como a sua qualidade futebolística (outro de nível mundial), mas um tal de Carlos Queiroz conseguiu deitar a perder o que teria sido uma época de sonho. Vivíamos a época dos craques, daqueles que teriam vendido infindáveis camisolas se as camisolas tivessem nomes como hoje. Aos que já lá estavam, juntaram-se o senhor Marco Aurélio, Naybet e Amunike. E apareceu um tal de Ricardo ‘Coração de Leão’ Sá Pinto.
Ia-se cantando “u-a, Outtara!”, para entreter a malta, tentando esquecer o desaparecimento de referências. Oceano e Iordanov aguentavam o barco, Sá Pinto dava coração, e Pedro Barbosa começava a dividir as bancadas. Um jovem chamado Beto celebrizou o festejo de golos agarrando o símbolo do Leão, Rui Jorge conquistava-nos, e Acosta aterrava em Lisboa, fazendo-me sonhar com as compilações de golos que acompanhavam a sua chegada. Schmeichel, de braços abertos ocupando meia capa de jornal, deixava-me de coração aos pulos. Um puto, Duscher, entrava para o meu top 5 de jogadores preferidos. E André Cruz era pedra basilar de uma das maiores alegrias que senti até hoje. Tivemos Babb, tivemos João Pinto (um bom exemplo de saber não cuspir no prato onde comeu), tivemos Jardel, mas eu gostava mais de Quaresma, de Hugo Viana e de Niculae. Fomos campeões. E apareceu Cristiano Ronaldo, o segundo a conquistar o mundo com a marca do Leão, até hoje exemplo pela forma de quem lhe deu bases. Paulo Bento acompanhou o surgimento de CR, e, para lá de outras questões, mostrou ser irrepreensível no que toca a respeitar a camisola verde e branca.
Entramos na última década. E, para lá de Pedro Barbosa, de Beto, de um podia ter sido, mas não foi, chamado Miguel Veloso, e do regresso de Sá Pinto, apenas me surgem três nomes com inegáveis ligações ao coração dos adeptos leoninos: João Moutinho, Izmailov, e Liedson. Muitas das nossas esperanças, numa história recente, passaram pelos pés destes três jogadores. Cada um à sua maneira, com a conivência de quem nos dirige, para quem futebol é negócio e que mostra ser incapaz de ver a clara tentativa do fcp em trepar no futebol português à conta do “empequenecimento” do Sporting, souberam atirar a matar sobre os já tão castigados adeptos.
Está visto que isto só nos magoa a nós. Que lágrimas na despedida, só valem as nossas. É enxugá-las (felizmente que a minha filha não tem idade para ter tido um deles como ídolo, e que eu não tenho que amparar-lhe tal desilusão). E, enquanto rezamos para não serem vendidos, a preço de saldo, os jogadores que ainda nos transmitem alguma alma, refugiemo-nos nas mãos de um tal Rui Patrício, esperando que as mesmas embalem e defendam uma nova fornada de Leões, capazes de voltar a fazer-nos acreditar nessa coisa, ultrapassada, do amor e das referências.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Já chega!


Já enjoa isto...

Limite teórico para a Hipocrisia

Não vou fazer qualquer comentário. Vou apenas relembrar que o CD do Sporting emitiu há poucos dias um comunicado onde afirma, entre outras coisas, que não existe justa causa para a realização de uma AG extraordinária.

Aproveito também para relembrar uma entrevista que o "nosso" presidente deu há exactamente 2 meses:

Godinho Lopes está convicto que, não obstante o momento conturbado por que passa o Sporting, voltaria a merecer a preferência dos sócios para a presidência do clube.

«Com certeza», respondeu o líder leonino em declarações à Antena 1, quando desafiado a revelar se acredita na sua recondução em cenário de eleições.

«Não gosto de falar de coisas que não dependem de mim, mas dos sócios. Quem vai decidir nas próximas eleições não sou eu, são os sócios do Sporting. Agora, os sócios sabem que trabalho no Sporting a servir o Sporting e não a mim, sabem que não só venho todos os dias para aqui, como tenho capacidade para fazer aquilo que faço. Já o demonstrei», frisou, fazendo questão de lembrar: «Não é por acaso que saí de umas eleições turbulentas com perto de 36 por cento e tenho ganho as Assembleias todas. Significa que há um acreditar». "

in ABola - 24/10/2012

Recorrendo a um dicionário da PortoEditora encontramos:

hipocrisia - fingimento de qualidades, princípios, ideias ou sentimentos que não se possuem, falsidade
(Do grego hypokrisía, «dissimulação»)

no comment needed

EDIT: Uma resposta à altura (http://darrumoaosporting.wordpress.com/2013/01/24/em-defesa-dos-socios/)

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Insúa FICA!

As minhas (nossas) preces foram ouvidas... Emiliano Insúa já não vai para o Grémio!
O argentino confirmou esta manhã que continua a ser jogador do Sporting... (Desculpa lá, Joãozinho)



Está aqui uma grande lição no capítulo das negociações:
Mais eficaz do que estabelecer cláusulas de rescisão de 100 ou 1000 milhões, é pura e simplesmente não pagar os prémios de jogo contratualmente estabelecidos...

Ganda Godinho, pá!


domingo, 20 de janeiro de 2013

Filtro às notícias sobre o russo


Ouvi dizer que o nosso ex-paralítico já joga e até marca golos. Vou aplicar um filtro às notícias sobre esse grande profissional com P grande e esperar pelo dia em que retomaremos o contacto...
Até já.